• Enquete!

  • Hedlund Brasil no Twitter

  • Chat Box!

  • Categorias

    Akira (2)
    Appearances (41)
    Artigos (64)
    Country Strong (58)
    Da Redação (17)
    Entrevistas (44)
    Filmes (94)
    Fotos (48)
    Inside Llewyn Davis (4)
    Lullaby (3)
    Na Mídia (35)
    Na TV (6)
    On The Road (118)
    Parcerias (1)
    Premios (4)
    Projeto Cultural On The Road (3)
    Projeto On The Road 4 Kerouac (4)
    Projetos (6)
    PromoHBR (4)
    Quatro Irmãos (3)
    Rumores (1)
    Tron (31)
    Uncategorized (4)

    WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck requires Flash Player 9 or better.

  • Divulgue o HBR!

    Photobucket
  • Ganhe uma TC-OTR!

    Photobucket
  • On The Road 4 Kerouac

  • Projeto On The Road

    Clique na imagem e saiba como participar!

  • Facebook


  • Garrett e Kristen na capa da revista Jalouse
    Posted On: April 29, 2012
    Leave A Comment: Comments (0)
    Posted By: admin
    Filed Under: EntrevistasFotos

    O Garrett e a Kristen foram capa da Revista Jalouse:

    Fonte: Robsten Dreams

    Confira mais fotos na galeria do Mr. Hedlund; e clique em “Read the full story” para ver a entrevista completa, traduzida pelo HBr!

    Sur La Route – Na Estrada
    Aparentemente, ainda há filmes em “grupo” onde atores, técnicos e a equipe compartilham algo por semanas e depois seguem caminhos diferentes, sabendo que terão que fazer isso todas as noites quando cantarem ao redor do fogo.
    Estando perto da Kristen e do Garrett por algumas horas, você pode ver a proximidade logo de cara: a amizade deles definitivamente vem das filmagens/aventuras. Eles podem ser jovens (21 e 26 anos), esses dois viveram e não importa o quanto sejam bonitos, não são bobos. Honestamente, nós amamos criticar, mas vamos ter que nos curvar. Se a filmografia deles pode não jogar a favor (Crepúsculo para Kristen, Tróia para Garrett), eles pegaram essa adaptação com tanta intensidade e inteligência que você pode ver isso nessa entrevista. O jeito que eles ouviram aos seus personagens e a acuracidade com que os representaram é confirmada a nós pelos produtores e pela biografia do escritor que estava trabalhando como consultor no filme.
    Eles estão felizes em se verem novamente, Kristen e Garrett, é óbvio. Eles se divertiram em posarem juntos, apertados um contra o outro em um velho Chevrolet azul, que foi usado nas fotos. Deitados, sentados ao volante, jogados no carro, espalhados no capô…
    Eles dão risada e provocam um ao outro durante os intervalos, acendem cigarros. Depois das fotos: duas vozes em entrevista. Kristen, em uma camiseta branca e mini shorts cortados de uma velha calça Levis 501, monta em um banco, parecendo natural apesar dos olhos escurecidos para as fotos. O doce Garrett, que parece muito legal, senta em um sofá oposto e abre a primeira lata de Coca do dia. Depois de muita champanhe entre as fotos (a assistente até mostrou a ele como servir como um cavalheiro, o que fez o ator rir: “É como uma mulher, você precisa pegar a garrafa pelo pescoço.”)

    O Beat Continua

    Eles realmente queriam fazer esse filme.

    Kristen: Eu li “Pé Na Estrada” quando eu tinha 14 anos. Foi o primeiro livro que me fez querer ler. Dois anos depois, eu recebi o script e encontrei o Walter. Às vezes você conhece as pessoas e percebe que quer trabalhar pelos mesmos motivos que elas. Qualquer que fosse a conversa que estávamos tendo, compartilhávamos uma animação comum, ele e eu sentimos a mesma energia. Quando eu saí, fiquei sabendo que ganhei o papel e pulei pra todo lado!
    Garrett: É, você perdeu nosso jantar por causa disso.
    Kristen: O que? Ah é mesmo, eu era tão nova.
    LuAnne Anderson, a Marylou de verdade, era nova também. Casada aos 15 anos com Neal Cassady, o Dean Moriarty na vida real. Garrett tinha 22 anos quando soube que ia fazer o papel do melhor amigo e cúmplice de Kerouac, a quem diz ter aberto seus olhos quando jovem, e que o ler o livro o empurrou para sair de Minnesota. No set, ele comemorou seu 26º. aniversário. Durante os 4 anos de espera até que o orçamento fosse finalizado, a vontade dos atores nunca diminuiu. “A persistência do Walter Salles foi memorável. Ele preparou o filme enquanto filmava um documentário: na verdade, ele já começou o filme antes que tivessem dado sinal verde”, conta o Garrett. “Com o Walter e uma equipe de 50 pessoas, fomos de Nova York a Los Angeles, tivemos que parar 9 vezes por problemas com o carro mas conseguimos”. Chili, Argentina, Nova Orleans, Arizona, Cidade do Mexico, Montreal, São Francisco. A viagem feita para o filme, forçou a equipe a viver como ciganos por meses. Os três atores principais passaram pela mesma coisa durante a jornada, sem conforto ou mimos (agentes e relações-públicas não estavam presentes também, o que é raro nos EUA).
    Garrett: Todos contávamos um com os outros. Fomos uma família por 6 meses. É um sentimento que você tem nesse ramo, só que depois de um mês você se encontra com uma família diferente. Mas ter uma sensação de pertencimento assim tão forte não acontece sempre. Neste filme, foi muito especial.
    Kristen: Todos que trabalharam neste filme me disseram o mesmo, é raro fazer parte de uma experiência assim. Se eu não tivesse feito parte disso, teria ficado com inveja!
    Para fortalecer essa solidariedade, a produção organizou um tour “beatnik” antes das filmagens: um mês submersos na cultura da geração beat com leituras e vídeos (todos os filmes de Cassavetes!). Foi uma experiência anterior comum que ajudou a Kristen a se familiarizar com sua personagem. “Eu tive a oportunidade de ouvir horas de uma gravação de LuAnne falando sobre aquela época, ouvindo a voz dela brilhar quando ela falava sobre o jeito que dançava. Ficamos sabendo de tantos detalhes sobre as pessoas de verdade no livro, sobre suas vidas, que nos ajudou a fazer cenas difíceis. Eles estavam conosco.”

    Banquete de nudez

    Esta garota de personalidade forte e um sex appeal enorme, que embarcou em um Hudson ano 1949 com dois amigos, era um papel feminino bem raro para Kristen, seja na literatura da época ou no cinema de hoje. LuAnne se apaixonou aos 14 anos pelo sagaz Cassady. “Algo despertou dentro dela graças a ele”, explica a atriz, mexendo-se no banco. “Nada do que ela fez foi marcado pelo medo. Ela era um ser que se libertou da inibição, ela não era medrosa. Os olhos dela eram abertos para a vida, sem julgamentos, ela era capaz de encontrar a beleza em todos nós. Tenho inveja dela. Ela constantemente explode, quer que todos se sintam bem o tempo todo.” Uma garota sem tabus, dividida entre dois amigos.
    Garrett comenta: Ela entendia que ciúmes não faziam sentido. Ela sabia que o homem dela estava dormindo com todo mundo e a personalidade dele fazia com que ele quisesse tocar a todos.
    Kristen: “Ela não tinha vergonha de dormir com todos os amigos dele também”, Kristen continua.  A promiscuidade erótica na versão não censurada do livro (o manuscrito original publicado em 2007) deve estar no filme também. De fato, o filme tem algumas cenas quentes, somando à atmosfera de festa e excitação permanentes, tudo reforçado pelas drogas e pelo álcool. Pé Na Estrada é irrestrito como a vida dos 3 deve ter sido. O trio iniciou a liberdade hippie dos anos 70 com uma ou duas décadas de antecedência. Para os atores, sexo e drogas eram parte do contrato desde o início das filmagens, mas é difícil obter detalhes de como foi a experiência deles no set. “Nós amamos muito nossos personagens e queremos que as pessoas os amem tanto quanto nós”, os dois se lembram. Nós acreditamos no entusiasmo deles. Mesmo que a história aconteça nos anos 50, o filme é atemporal com heróis com os quais todos se identificam, começando pelos atores. Ambos confessam estar completamente conquistados pelo espírito da estrada, a sede de liberdade, a busca do “it”. Eles tem até uma lição filosófica sobre isso: “Quando você sai da escola, você sente que qualquer coisa que queira fazer está ao alcance das suas mãos. Mas quando a vida te põe um pouco pra baixo, você pensa em um emprego, você precisa ser bom. Em vez de buscar a conquista da sua vida, você diminui a velocidade por causa dela e acaba perdendo a admiração.”
    Kristen, do alto do seu status como atriz que trabalhou desde a adolescência, não queria perder a chama também. “Eu adoraria ser tão animada quanto estes caras eram. Eu adoraria ser assim todos os dias. Não tem nada a ver com idade”. Nós terminamos falando sobre o final das filmagens, sobre a dor da separação. Garrett não pode estar presente por causa de outras obrigações (ele estará no próximo filme dos irmãos Cohen, “Inside Llewyn Davis”, que será filmado em breve em Nova York).
    “Você nem assinou meu exemplar de Pé Na Estrada”, Kristen reclama; ela terá vários papéis em sequencia como a Branca de Neve, ao lado de Charlize Theron, e depois irá se encontrar novamente com a Bella (e Robert Pattinson) em Amanhecer Parte 2. “Foi difícil, me senti como se estivesse voltando pra escola”, ela confessa.
    É como o fim das férias de verão.


    Leave a Comment

    Please note: Comment moderation is enabled and may delay your comment. There is no need to resubmit your comment.





    Content Protected Using Blog Protector By: PcDrome.